quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Resenhas do projeto:"O livro que li, a história que escrevi."





Difícil não se encantar.
CASS, Kiera. A Seleção. São Paulo: Editora Schawarez, 2012, 1° edição. 368 páginas. Tradução: Cristian Clemente.
O livro A Seleção, é a primeira unidade da trilogia escrita pela autora Kiera Cass, que nasceu em 1981 no Sul dos Estados Unidos. A autora lançou seu primeiro livro THE SIREN em 2009.
Tudo se passa em um palácio em Illéa, país que se formou nos Estados Unidos após a Terceira Guerra Mundial. A Seleção é um processo que ocorre poucas vezes em anos, quando o príncipe atinge idade satisfatória para se casar e assumir com as responsabilidades de seu título. Mas, precisa escolher sua dama entre as plebeias do reino, onde apenas 35 meninas são escolhidas para participar do concurso. O que torna A Seleção um concurso importante é, há possibilidade de ascensão no sistema de castas que divide a população do país.
Para a protagonista principal América Singer, pertencente á casta cinco, de artistas em geral, cuja tem sua natureza pobre, todo esse concurso é tão desnecessário quanto comer jiló. Mas, pressionada pelo seu namorado secreto e pela sua mãe, que via tudo isso como uma nova oportunidade de vida, América com todo seu intuito de certeza e confiante de que não seria selecionada, ela se inscreve no concurso e tem sua vida completamente transformada após está entre as 35 concorrentes da coroa.
A autora, desde o princípio, deixa bem claro as características de América, ruiva e bem branca, forte, submissa e talentosa. Após ser selecionada, América, quando chega ao palácio, deixa bem claro para o príncipe Maxon que está ali com outras intenções, que fogem completamente do concurso. Apesar da protagonista dizer e tentar demonstrar que não sente nenhum tipo de sentimento pelo príncipe, suas atitudes mostram completamente ao contrário e torna a personagem uma das competidoras mais forte.
O que movimenta o livro é o triângulo amoroso entre o príncipe Maxon, América e Aspen, seu namorado secreto, com o qual construíram e viveram secretamente uma história durante 2 anos, com vários sonhos e objetivos para serem realizados. Mas, por ambos pertencerem á castas muito desvalorizadas, tudo que planejaram era completamente impossível.
O livro é narrado em primeira pessoa. A autora fez um livro feminino e deixou destacado um pouco sobre a população de Illéa , rebeldes das castas mais pobres fazem diversos ataques contra o palácio. O livro entre si é bem divertido, com uma leitura bem acessível e que vai além das expectativas. Vou admitir para vocês, é o primeiro livro que leio depois de anos! É bem empolgante a trilogia e acaba viciando. Preciso dizer que recomendo a leitura?


Layane Cristina Suaid – 2º G
Se o sol nascer amanhã


HOSSEINI, Khaled. A cidade do sol. R.J Editora Nova Fronteira1ª ed..,. 364 páginas. Tradução: Maria Helena Rouanet.

O que a primeira neve da estação tinha de tão especial?”, [...] “o que a tornava tão fascinante? Seria a possibilidade de ver algo ainda puro, ainda intocado? Capturar a graça efêmera de uma nova estação, um adorável começo, antes que tudo aquilo fosse pisoteado e estragado?"
 (HOSSEINI, 2013, p. 80).
 
Nascido no Afeganistão, Khaled Hosseini mudou-se para os Estados Unidos em 1980. O escritor, autor do best-seller "O caçador de pipas", foi nomeado embaixador da Agência das Nações Unidas para Refugiados. Atualmente mora na Califórnia com sua esposa e filhos.
A história do livro "A cidade do sol" se passa no Afeganistão e segue em uma linha de tempo. O enredo é sobre Laila, filha de um professor e de uma dona de casa e Mariam, filha bastarda de Nana e Jalil. Quando Nana morre, Mariam vai morar com seu pai, as três esposas e os filhos dele. Pouco tempo depois, ela é prometida em casamento a um viúvo com cerca de 40 anos. 23 anos depois, Mariam e Laila, mulheres totalmente diferentes - em idade e personalidade - têm seus destinos cruzados: As guerras no Afeganistão fazem com que elas passem a ter convívio.
Um livro que toca o coração dos leitores e os fazem refletir sobre a diferença de gênero naquele país e no resto do mundo. A leitura não é muito fácil já que possui palavras do idioma da localidade, porém pode ser decifrado por meio do contexto ou por explicações dadas pelo autor. “Pode contar seus segredos ao vento, mas, depois, não vá culpa-lo por contar tudo às árvores” (GIBRAN, p. 149). Em todas as dificuldades enfrentadas pelos personagens, o sol estava lá para iluminar a escuridão, como quem diz que haverá uma solução, que os tormentos serão cessados, que haverá esperança enquanto o sol raiar.  
A história aborda temas como diferença cultural, machismo e família. Recomendo o livro a adolescentes e adultos. Contém sensualidade, violência e religiosidade, mas sempre focando na realidade. “Tem coisas que se podem aprender nos livros, mas tem outras que só mesmo vendo e sentindo.” (HOSSEINI, 2013, p. 132).

Natália Evelyn 2 "G"



 Menino Prodígio


ROWLING,J.K. Harry Potter e a Pedra Filosofal. S.P. : Editora: Rocco, LTDA . 1ª edição.1997, 223 pág.


A escritora Joanne Kathleen Rowling nasceu em Bristol, na Inglaterra em 31 de julho de 1965. Ela se tornaria famosa pela criação do bruxo Harry Potter, que lhe rendeu uma série muito famosa, premiada e com alto índice de aprovação da crítica e do público. Além de Harry Potter, escreveu também "Morte súbita", "O Chamado do Cuco", "Vocação para o mal" e "O Bicho-da-seda".

      Harry Potter mora com seus tios, onde é mal tratado até seus 11 anos. É com essa idade que ele começa a receber convites de Hogwarts, uma escola de bruxos. No seu aniversário, ele é visitado por Hagrid, um gigante que trabalha pro diretor da escola, o qual conta pra Harry Potter que ele é filho de bruxos e por isso foi convidado pra estudar em Hogwarts. Na escola, ele fica sabendo de toda a verdade, que seus pais foram mortos pelo bruxo Voldemort e que a cicatriz que ele tem na testa era a marca da tentativa de assassinato que ele sofreu. Esse livro apresenta os principais personagens da série. Hermione Granger e Ronald Wesley, seus melhores amigos.
         Completando 20 anos agora, o livro e a série de Harry Potter foi muito importante para literatura infanto-juvenil, fez muito sucesso também com os filmes, rendeu muito dinheiro e tirou a escritora J.K. Rowling do anonimato.
            Sempre vale a pena é um livro fantástico, se você ainda tem dúvidas se deve começar a ler, dê uma chance, pois se baseando nesse primeiro livro, a saga merece todo sucesso que conquistou, aconselho também a assistir a todos os filmes da série.






segunda-feira, 19 de junho de 2017

Para nossa reflexão!

Os nazistas mantinham os judeus em fome constante. Assim, os judeus se ocupavam apenas de uma única tarefa durante o dia todo: procurar alimento, sobreviver, matar a fome imediata e urgente.
Não tinham tempo e nem energia para organizar conspirações, rebeliões e planos de fuga. A vida se resumia a uma luta individualista, egoísta e solitária pela mera subsistência.
De modo análogo, a maioria dos brasileiros se ocupa apenas da sobrevivência e da dura conquista do básico: moradia, comida, escola e saúde.
E mesmo os poucos que conseguem manter esse básico (especialmente a classe média) não têm tempo para se preocupar com mais nada: acordam muito cedo, trabalham mais de 8 horas, retornam exaustos, assistem o Jornal Nacional e vão dormir para reiniciar a labuta no dia seguinte.
A vida se resume a uma luta individualista, egoísta e solitária pela manutenção do básico.
E as TVs, os jornais e revistas reforçam e martelam diariamente essa ideologia do individualismo e do trabalho maquinal: pense apenas em você; invista apenas em você; é cada um por si; não reclame, trabalhe; não seja vagabundo, trabalhe até o fim da vida; sempre foi e sempre será assim; com esforço você conseguirá vencer; a meritocracia fará você vencer; os sindicatos não servem pra nada; a política não presta; o coletivismo é um sonho; o socialismo morreu; os empresários vão melhorar sua vida; o capitalismo selvagem e sem grilhões é o futuro. E tudo isso é mostrado ao público através de um lustro acadêmico e profissional.
A propaganda é tão intensa e tão bem feita que poucos conseguem perceber a grande farsa que existe por trás dessa forma de pensar.
Diante desse cenário, a grande maioria dos brasileiros pouco se importa se o país está passando por um golpe de estado, se os direitos humanos já foram pro vinagre, se não existe mais democracia, se a constituição foi rasgada, se existe prisão política, se haverá uma ditadura militar, se os pobres da cracolância estão sendo tratados como lixo.
Para quem a sobrevivência é a única preocupação, essas questões parecem supérfluas, um luxo desnecessário que só se justifica em países ricos. Tudo isso se apresenta como uma névoa de acontecimentos, um falatório confuso, um ruído de fundo na vida cinzenta e maquinal dos trabalhadores.
Querer que essa multidão de autômatos se levante para lutar pela democracia é ser totalmente irrealista, romântico e ingênuo.
A grande massa de trabalhadores sem sindicatos, desorganizados e desinformados, apenas perceberão que algo mudou no país quando forem terceirizados, quando não mais tiverem direito a férias e décimo terceiro, quando a carga de trabalho aumentar e o salário diminuir, quando descobrirem que não irão mais se aposentar.
A grande massa de trabalhadores não aprende pela informação (pois a única informação que possui vem de seus algozes), aprende pela prática do dia-a-dia.
Quando a grande massa de trabalhadores descobrir que tudo mudou, já será tarde demais para mudar." (Professora Alessandra Vieira)

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Será que ouvimos conselhos?

Até que ponto somos capazes de pedir ou ouvir conselhos? Um velho ditado já diz: "se conselho fosse bom ninguém dava, vendia". Infelizmente, hoje tem muita gente se conduzindo por seus próprios conselhos e ignorando a riqueza de uma visão diferente. O resultado? geralmente acabam se dando mal, como consta no texto bíblico a seguir: "Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito" (Provérbios 15:22) Mas, o que leva uma pessoa ou um líder a não pedir ou ouvir conselhos? Vejamos alguns motivos: 1 - Orgulho. Se expor a críticas e ter determinado comportamento confrontado não é nada fácil, mas é necessário se quisermos romper. Quando não queremos ouvir nada em contrário às nossas ideias, comportamentos e atitudes por meio de pessoas que querem e podem de fato nos ajudar, isto deve ser um sinal de alerta para mudanças imediatas antes que soframos ou provoquemos danos em nossos relacionamentos. Em Provérbios 13.10 diz: "O orgulho só gera discussões, mas a sabedoria está com os que tomam conselho". 2 - Insensatez. “O caminho do insensato parece-lhe justo, mas o sábio ouve os conselhos” (Provérbios: 12.15). Um dos grandes riscos de não se pedir conselho a quem está apto a dar conselhos é percorrer um caminho que não precisa ser percorrido ou mesmo fazer com eficiência aquilo que não precisa ser feito para alcançar algo que não precisa ser alcançado. O mais curioso é que na trajetória de um insensato sempre há aqueles que ainda o aplaudem por ter feito com excelência aquilo que não precisava ser feito. 3 - Falta de Visão. "Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de conselheiros há segurança". (Pv.11:10). Uma liderança sem visão sempre conduz seus liderados para a queda. Sem visão clara não há motivação, envolvimento nem produtividade. Há um provérbio alemão que diz: "De que adianta correr quando estamos indo no sentido errado? Sem visão clara acabamos sempre correndo na direção errada. Diante destas verdades, resta-nos questionar: até que ponto somos capazes de pedir ou ouvir conselhos? A resposta será proporcional ao valor que atribuímos às orientações da Palavra de Deus e a quanto estamos dispostos a melhorar. Quando buscamos conselhos, obtemos: sabedoria na tomada de decisões; humildade por reconhecermos que precisamos do outro; visão clara de objetivos e caminhos a serem percorridos e segurança para nós e para aqueles que estão conosco. Que Deus nos ajude!!! Daniel Lemos

Reflita !!!

Pense nisto ! 51% dos filhos , no Brasil, maltratam seus pais idosos!!! Muito triste !!!