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quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Ampliando os horizontes!
Encontro com a professora e escritora Dinorá Couto Cançado sobre os 50 projetos mapeados em Brasília - Capital das Leituras
Olimpíada de Português
Rayana Ferreira Aguiar, aluna do 1 H , é medalha de prata !
Parabéns Professora Gabriela!
Parabéns Rayana!
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Malas, memórias e marshmallows- Resenha
Sinopse: Às vezes, o fim de algo pode ser apenas um
novo começo. Após ser despedida do trabalho no dia de seu aniversário, Melissa
Moya conhece Theodoro Brasil, seu vizinho, dando início a uma nova amizade que
vai permitir que a jovem jornalista realize seu maior sonho: viajar mundo
afora. Ela embarca no projeto “América sobre rodas”, uma aventura por diversas
regiões dos Estados Unidos, deixando para trás sua gata, Lady Gaga, sua família
e seus amigos. Máquina fotográfica na mão, notebook debaixo do braço, Melissa vai
acabar percebendo que a vida surpreende a cada momento.
De Fernanda França, autora brasileira, com
320 páginas, a narrativa se desenvolve de um jeito fascinante e divertido. Nos
faz caminhar com a autora e entrar de cabeça na história, viajamos juntos com
Melissa, vivemos cada aventura com ela e somos encorajados a acreditar em
nossos sonhos e batalhar por eles, mesmo que tenhamos que abrir mão de muitas
coisas. Essa, sem dúvida, é a maior lição do livro.
Se você está à procura de algo novo para
ler e está em dúvidas, com toda certeza te indico esse livro, Irá surpreender!
Boa leitura.
Correspondente: Mariana Martins
Fique ligado!
A professora Gabriela Maria Gonçalves marcando presença em mais uma Olimpíada de Português. Parabéns Gabi !Sucesso!
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Para nossa reflexão!
A ESTRANHA
Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém chegada à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora personagem e, em seguida, a convidou a viver com nossa família. A estranha aceitou e, desde então, tem estado conosco. Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial. Meus pais eram instrutores complementares... minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer. Mas a estranha era nossa narradora. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias. Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar. A estranha nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava. Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez para que a estranha fosse embora). Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas a estranha nunca se sentia obrigada a honrá-las. As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nossa visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar. Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas a estranha nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente. Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos. Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos. Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pela estranha. Repetidas vezes a criticaram, mas ela nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar. Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio. Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda a encontraria sentada em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia... Seu nome? Bom... nós a chamamos TELEVISÃO. Nota: Pede-se que este artigo seja lido em cada lar. Agora ela tem um esposo que se chama Computador e um filho que se chama Celular. (Desconheço o autor)
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